Sociedade | 20-07-2011 18:40

Presidente da Câmara de Azambuja constituído arguido por falsificação de documentos

Presidente da Câmara de Azambuja constituído arguido por falsificação de documentos
O Presidente da Câmara Municipal de Azambuja, Joaquim Ramos (PS), foi constituído arguido por indícios da prática de falsificação de documentos. O presidente, que está agora sujeito a termo de identidade e residência, diz-se “tranquilo” e explica que o que está em causa é um engano nas datas de um despacho que assinou. O caso foi espoletado por uma inspecção da IGAL (Inspecção-Geral da Administração Local) realizada em 2009. Os inspectores detectaram na altura que um despacho assinado pelo presidente relativo à renovação do contrato de prestação de serviços com o advogado do município, Manuel Rodrigues, tinha uma data emendada. Inicialmente no despacho foi colocada a data de 2009, mas segundo o presidente do município estava-se em 2008 e quando deu pelo engano rasurou a data colocando um 8 no lugar do 9. A situação acabaria por ser enviada para o Tribunal de Contas que mandou arquivar o processo e para o Ministério Público. Joaquim Ramos já foi ouvido no Ministério Público de Santarém e já enviou toda a documentação que prova que não poderia ter feito um despacho em 2009, porque o contrato de prestação de serviços do advogado já não vigorou em 2009. Joaquim Ramos diz que esta é a primeira vez que é constituído arguido desde que desempenha as funções autárquicas.

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