Sociedade | 26-07-2011 07:31

Câmara de Azambuja distribui carne e peixe a carenciados

A Câmara de Azambuja vai distribuir apoio alimentar às pessoas mais carenciadas do concelho. A autarquia e alguns dos comerciantes aderentes assinaram na passada segunda-feira, 25 de Julho, um protocolo de colaboração, que prevê a entrega de carne e peixe às famílias que apresentarem vales. “Percebemos que existem muitas famílias no concelho que estavam com carências a nível dos alimentos básicos, como carne e peixe, e resolvemos avançar então com este projecto”, explicou o presidente da Câmara de Azambuja, Joaquim Ramos. Depois de uma triagem pelos técnicos de Acção Social da autarquia, as famílias seleccionadas vão receber vales para levantarem os respectivos bens nas lojas seleccionadas. O município pagará depois mensalmente a carne e o peixe aos estabelecimentos comerciais aderentes. Os critérios de avaliação para atribuição deste apoio são idade superior a 18 anos ou situação de autonomia económica, residência comprovada na área do município de Azambuja e pertença a um agregado familiar cujo rendimento per capita seja igual ou inferior ao valor da pensão social do regime não contributivo da segurança social, ou seja 189,52 euros. “Vamos ser muito rigorosos na selecção destas famílias porque sabemos que existem muitas pessoas a serem apoiadas por entidades públicas e não são as que mais precisam”, acrescentou Joaquim Ramos. Não está previsto ainda o valor que a autarquia irá despender com este projecto já vai depender do número de famílias abrangidas. Neste momento já estão a ser apoiadas pela autarquia e algumas IPSS do concelho duas centenas de agregados familiares, num total de cerca de 570 pessoas, que poderão ser alguns dos candidatos a estes vales. O apelo da autarquia foi lançado a todos os comerciantes locais, tendo recebido luz verde por parte de dez. Para além de ajudar as famílias que se encontram em situação de maiores dificuldades económicas, a iniciativa visa também apoiar o comércio local. “Esperemos que dure o menos tempo possível porque será bom sinal”, concluiu Joaquim Ramos.

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