Sociedade | 01-12-2011 14:04

Simulacro de situação extrema identificou necessidades de melhorias

O exercício que testou esta quarta-feira a capacidade de resposta das forças de protecção civil, em situação extrema de incapacidade de reacção imediata dos meios do distrito de Santarém, em caso de catástrofe, permitiu detectar o que precisa ser melhorado.Joaquim Chambel, comandante de operações de socorro no distrito de Santarém, disse à Agência Lusa que o exercício, que visou simular uma situação extrema, ainda não testada, “atingiu os objectivos a que se propunha”, tendo permitido “perceber onde é necessário melhorar ou fazer alterações”.O exercício, que decorreu em ambiente de sala envolvendo uma centena de pessoas, visou testar a capacidade das forças de protecção civil do distrito de Portalegre de conseguirem assegurar o socorro, caso ocorra um sismo que afecte a região de Santarém e as forças deste distrito e dos municípios afectados não consigam estar a postos nas primeiras horas.Numa primeira avaliação, foi detectada a necessidade de melhorar os conhecimentos em relação às áreas a que os elementos da protecção civil de Portalegre foram chamados a dar assistência e também os procedimentos na troca e gestão da informação, disse.O simulacro decorreu ao longo da tarde, em três tempos, o primeiro apenas com as pessoas deslocadas de Portalegre, para sustentarem o comando das operações, o segundo em que começaram a aparecer as forças a nível de município e o terceiro com as forças “autóctones” já em condições de assegurarem as operações.Estiveram envolvidos elementos da Autoridade Nacional de Protecção Civil, os comandos distritais de Santarém e Portalegre e os municipais de Benavente, Salvaterra de Magos e Cartaxo, do distrito de Santarém, e Crato, Gavião e Ponte e Sôr, do distrito de Portalegre.Além de bombeiros, o exercício mobilizou a GNR, a PSP e a Segurança Social de Santarém e Portalegre, o INEM, a Cruz Vermelha, a EDP e técnicos das autarquias.

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