Sociedade | 08-12-2011 13:05

Tubos para colheitas de sangue esgotaram no Centro Hospitalar do Médio Tejo

Quem se dirigiu a um dos três hospitais (Torres Novas, Tomar, Abrantes) do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) entre os dias 21 e 24 de Novembro, para efectuar análises ao sangue visando uma eventual dádiva futura de medula óssea deparou-se com a informação de que não havia tubos próprios para essas colheitas. OEssa situação resultou do aumento significativo de potenciais dadores de medula óssea desde que o jogador profissional de futebol Carlos Martins apelou aos portugueses que ajudassem o filho, uma criança de três anos que sofre de aplasia medular e precisa de um transplante de medula. O CHMT já registou uma queixa no seu livro amarelo, que está a ser analisada pelo Gabinete do Utente.A redacção de O MIRANTE recebeu uma denúncia onde uma utente expunha que dirigindo-se ao Hospital de Tomar na manhã de 23 de Novembro, quarta-feira, para doar sangue para eventual transplante de medula óssea foi informada que não havia tubos para colheita e que voltasse na semana seguinte. A indignação da utente aumentou quando pediu uma justificação para a entregar à entidade patronal e a mesma foi-lhe negada.Confrontado com a situação, o CHMT fez saber que "efectivamente, desde que o caso do filho do jogador de futebol da selecção foi divulgado, a afluência de pessoas para fazer a análise do sangue para eventual futura doação de medula óssea aumentou exponencialmente". Os tubos para este tipo de colheitas são específicos, sublinha, e "exclusivamente fornecidos pelo Centro de Histocompatibilidade". * Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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