Sociedade | 12-12-2011 00:10

Empresas apertam o cerco à Junta da Póvoa de Santarém por causa das dívidas

Três empresas de construção civil ameaçaram recorrer aos tribunais para tentar receber o dinheiro que a Junta de Freguesia da Póvoa de Santarém lhes deve por obras feitas no anterior mandato, que terminou em Outubro de 2009. A situação é confirmada pelo presidente da autarquia, António João Henriques, que acusa a Câmara de Santarém de não transferir o dinheiro para liquidar essas dívidas, conforme se comprometeu, o que deixa o património da junta sujeito a acções de penhora.Em causa estão as obras de colocação da cobertura nas antigas instalações da junta de freguesia (31.500 euros), as obras do designado Poço da Póvoa (cerca de 20 mil euros) e a construção de uma estrada com cerca de 800 metros (cerca de 92 mil euros). Essas empreitadas foram assumidas pela junta de freguesia, com a Câmara de Santarém a comprometer-se a financiá-las. O que não aconteceu ainda, tal como sucede em relação a outras freguesias, como a de Vaqueiros, e deu já azo nesse caso a acções de penhora sobre bens da junta.No caso da Póvoa de Santarém, as empresas, através dos seus advogados, notificaram a junta de freguesia nos últimos meses dando prazos entre os 5 e os 10 dias para o pagamento das dívidas, ameaçando recorrer aos meios legais caso isso não se verificasse. * Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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