Sociedade | 15-12-2011

Serviços nos hospitais do Médio Tejo vão ser concentrados

A nova administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo vai ter que concentrar serviços, o que implica o encerramento de algumas unidades espalhadas pelos três hospitais: Tomar, Torres Novas e Abrantes. A medida visa evitar o desperdício de recursos humanos, materiais e financeiros. A medida foi anunciada pelo novo presidente do Conselho de Administração, Joaquim Esperancinha, na cerimónia de tomada de posse que teve lugar na quarta-feira, 14 de Dezembro, em Torres Novas. Joaquim Esperancinha reconheceu que é necessário tomar medidas urgentes de racionalização de toda a estrutura, pretendendo transformar as actuais três unidades hospitalares "debilitadas, deficitárias, de costas voltadas e, por vezes, em concorrência estéril" numa só mais "forte, pujante e criativa". Garantir e melhorar a prestação de cuidados de saúde aos utentes sem descurar a sustentabilidade económico-financeira da instituição é o grande objectivo do novo Conselho de Administração, cujo Director Clínico é o urologista Paulo Vasco.A mesma concentração de serviços, foi reiterada pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo, que recordou os 60 milhões de euros de dívida acumulada neste centro hospitalar, frisando que “não há nenhuma actividade que consiga viver assim”. O governante declarou a sua confiança na equipa escolhida por Joaquim Esperancinha, com experiência ganha em anterior e bem sucedida passagem por este centro hospitalar, nomeadamente entre 2002 e 2005. O ministro partiu com a promessa de que vai regressar para uma visita mais detalhada aos três hospitais que integram o CHMT.Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

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