Sociedade | 26-03-2012 07:12

Uma professora que não vive sem a dança

Uma professora que não vive sem a dança
“A dança é quem eu sou. Não está fora de mim”. É desta maneira que a jovem Marta Salsinha, de 22 anos, se define. A professora do concelho de Benavente nunca deixou de acreditar numa carreira ligada à dança e rapidamente arranjou emprego. Hoje ensina perto de meia centena de alunos na escola EDADES, uma colectividade ligada aos Bombeiros Voluntários de Benavente. Marta Salsinha diz que não tem profissão. Ensinar dança é para esta jovem como respirar. Uma das recordações de criança mais antigas que guarda é exemplificativa: “Era muito pequenina e lembro-me de o meu pai colocar o Julio Iglesias a tocar e eu me sentir a flutuar”. Hoje ainda é assim. Ouve uma música qualquer e a sua cabeça já está a compor toda a coreografia. O primeiro contacto com a dança só aconteceu por volta dos oito anos, já depois de ter passado pela ginástica e natação em colectividades de Benavente. Ouviu falar da escola de danças de salão dos Bombeiros Voluntários de Benavente e pediu à mãe para se inscrever. O sonho de menina de se sentir a flutuar começou a materializar-se e aos 13 anos Marta Salsinha já tinha metido na cabeça que o seu futuro passaria pela dança. “A minha mãe nunca gostou muito da ideia porque se já com outros cursos o emprego já estava difícil, quanto mais com uma carreira artística. Mas um dia leu num livro que se a filha desejasse seguir dança, a mãe deveria deixar”, recorda a rir-se. O certo é que a mãe interpretou o conselho como um sinal e deixou de implicar com o sonho da filha. * Reportagem completa na edição semanal de O MIRANTE.

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