Sociedade | 24-05-2012 12:56

Autoridades fecham os olhos a agressões ambientais nas margens do Tejo

Autoridades fecham os olhos a agressões ambientais nas margens do Tejo
Se estiver a pescar no Tejo sem licença ou tiver uma cana a mais que o permitido arrisca-se a ser multado, mas as entidades que poluem as margens do rio à descarada continuam impunes aos olhos de toda a gente, menos das autoridades que vão permitindo que os resíduos continuem anos a fio no areal. O presidente da Junta de Freguesia de Santa Iria da Ribeira pergunta o que já muita gente deve ter interrogado: “Quando os elementos da GNR e da Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH-Tejo) passam na Ponte D. Luís será que olham para o outro lado para não verem os restos da praia de Santarém?”Esta permissividade com autarquias e empresas é justificada com a desculpa de intenções e de projectos para as zonas afectadas, que não se sabe quando ou se alguma vez vão sair do papel. Um dos casos é na zona do Patacão, em Alpiarça, onde uma empresa depois de extrair a areia abandonou o local e deixou estruturas em cimento nas margens. O contrato de concessão era explícito quanto à obrigação de deixar o local limpo. O presidente da câmara, Mário Pereira (CDU), não tem dúvidas que as construções de betão, que por exemplo serviram para suportar uma balança para camiões, “são intrusivas” e não deviam estar no local.NOTÍCIA DESENVOLVIDA NA EDIÇÃO SEMANAL DESTA QUINTA-FEIRA

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