Sociedade | 22-06-2012 00:07

Capricho de presidente da Câmara de Torres Novas leva à suspensão de procissão

Uma discórdia entre o presidente da Câmara de Torres Novas, António Rodrigues (PS), e o padre responsável pela paróquia local levou à não realização da tradicional procissão das velas agendada para o dia 26 de Maio, na cidade torrejana. Em causa está o facto do autarca considerar que a igreja tem que efectuar um pedido formal de autorização para utilização do espaço público. Até agora, a igreja informava oficialmente o município do dia em que realiza as cerimónias religiosas.A paróquia, presidida pelo padre Aníbal Vieira, enviou um ofício à câmara a informar da data e hora em que pretendia realizar a procissão e pedindo apoio, à semelhança do que aconteceu em anos anteriores. Desta vez António Rodrigues considerou que o ofício enviado pela paróquia a informar da realização da procissão não era suficiente. O autarca alegou que a igreja tinha que pedir autorização ao município com trinta dias de antecedência e posterior parecer das autoridades policiais. O decreto-lei 406/74 permite à igreja prescindir do pedido de autorização às autarquias para realização de procissões.Contactado por O MIRANTE, o padre Aníbal Vieira referiu que não prestava declarações sobre o assunto, mas a verdade é que o pároco optou por suspender a procissão para não afrontar a câmara e não abrir mais uma guerra com o presidente António Rodrigues. * Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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