Sociedade | 12-10-2013 00:02

Dois autarcas de Constância começam a ser julgados pelo crime de prevaricação

António Mendes e Máximo Ferreira
Está marcada para o dia 23 de Outubro, no Tribunal Judicial de Abrantes, a primeira sessão do julgamento que senta no banco dos réus o presidente cessante da Câmara de Constância, Máximo Ferreira (CDU), e o anterior líder da autarquia e actual cessante da assembleia municipal, António Mendes (CDU), para além de um chefe de Divisão de Administração e Finanças da autarquia. A concelhia do Partido Socialista (PS) de Constância constituiu-se assistente uma vez que se considera "parte ofendida" no processo. O tribunal já agendou várias sessões do julgamento, antecipando a sua complexidade e o número de testemunhas arroladas. Tal como já tinha sido avançado na edição de 7 de Março de 2013 _ após um comunicado tornado público pela concelhia do PS - os autarcas estão acusados pelo Ministério Público, em co-autoria, da prática de crime de prevaricação num caso relacionado com um procedimento concursal aberto pela Câmara de Constância para a prestação de serviços, concepção e coordenação de actividades no Centro Ciência Viva (CCV) de Constância. Um equipamento que passou a ser gerido, após concurso realizado em 2007, por uma empresa unipessoal de que o astrónomo Máximo Ferreira (então ainda fora das lides autárquicas) era sócio-gerente uma vez que, sendo aposentado, não podia continuar a colaborar com o município em regime de avença. Para o processo contaram as perícias informáticas feitas pela Polícia Judiciária. * Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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