Sociedade | 16-10-2013

Populares concentraram-se contra possível encerramento das Finanças de Azambuja

Cerca de três dezenas de populares concentraram-se na tarde desta terça-feira, 15 de Outubro, junto à Repartição de Finanças de Azambuja, para vincar a sua posição contra um eventual encerramento daquele serviço e sua passagem para a Repartição de Finanças Alenquer, a cerca de 20 quilómetros de distância.A informação foi espalhada por um grupo de munícipes e contribuintes que não quer que as Finanças encerrem, dada a sua história de 120 anos no município mas também pelo movimento que regista de empresas e particulares. A iniciativa surge como resposta à intenção de encerramento de uma série de serviços de finanças por parte do Governo, especialmente daqueles que funcionam em imóveis alugados, de que Azambuja é um exemplo.Presente no local, o recém eleito presidente da autarquia azambujense, Luís de Sousa, afirmou que tem tentado reunir-se com responsáveis do Ministério das Finanças sem sucesso desde 2011 para saber o ponto de situação do assunto. Garante ainda que, se o problema é o dinheiro, o município está disponível para se sentar à mesa e negociar os moldes de um acordo que permita instalar a repartição de finanças num edifício municipal.

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