Sociedade | 28-10-2013 00:17

Moradores da zona sul da Póvoa de Santa Iria preocupados com vandalismo e toxicodependência

Quem vive na zona sul da Póvoa de Santa Iria, a poucos metros da Quinta da Senhora da Rocha, no limite da fronteira com Santa Iria da Azóia, está preocupado com os recentes actos de vandalismo e com o aparecimento de vários toxicodependentes que foram vistos a traficar em plena luz do dia.Quem vive na zona garante que na última semana três automóveis foram arrombados durante a noite, embora a Polícia de Segurança Pública garanta que nenhuma queixa foi formalmente apresentada. A PSP da Póvoa garante que tem passado no local nas últimas semanas depois de ter recebido “alguns telefonemas” de moradores a alertar para a presença de toxicodependentes a traficar em plena luz do dia, mas ninguém foi identificado. Alguns moradores escutados por O MIRANTE garantem que o policiamento tem diminuído e que isso tem permitido aos vândalos movimentarem-se com maior facilidade. Há também quem aponte o dedo às antigas instalações da falida MEC – Fábrica de Aparelhagem Industrial, próxima do local, garantindo que o espaço tem servido de albergue aos delinquentes. O administrador do edifício, Jaime Ferro, nega que os toxicodependentes se refugiem na fábrica e explica que o que resta da MEC foi convertido num complexo de armazéns que tem utilização diária por cerca de sete empresas. * Notícia desenvolvida na edição semanal de O MIRANTE.

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