Sociedade | 05-11-2013 00:00

Sacristão fez a vida negra ao Santuário de Fátima

Entre Dezembro de 2009 e Abril de 2010 um sacristão e vigilante da Igreja da Santíssima Trindade fez a vida negra aos responsáveis do Santuário de Fátima com a prática de actos pouco católicos. Da lista de factos que lhe são atribuídos constam, por exemplo, a danificação ou roubo de material eléctrico e de som, a sabotagem da transmissão televisiva de uma missa de Natal na Igreja da Santíssima Trindade, a inundação de uma casa de banho ou a pintura de frases anti-Papa e de cruzes suásticas nas paredes de uma capela. A maior parte dos actos imputados ao sacristão foram praticados quando estes se encontrava ao serviço.Após primeiro julgamento no Tribunal de Ourém, o Tribunal da Relação de Coimbra confirmou recentemente a pena de quatro anos e dois meses de prisão, suspensa na sua execução mediante algumas condições, e ainda o pagamento pelo arguido de uma indemnização ao Santuário de quase 40 mil euros pelos danos causados.Foi ainda dado como provado que entre Dezembro de 2009 e 16 de Abril de 2010 o arguido levou do interior dessa moderna igreja (inaugurada em Outubro de 2007) seis colunas de som, um amplificador, transformadores, vário material eléctrico e um rádio portátil.Durante o mesmo período, o sacristão retirou ainda do interior da Capela do Calvário Húngaro, em Valinhos, um amplificador de som.As tropelias do sacristão não se ficaram por aí e um dos momentos mais insólito aconteceu no dia de Natal de 2009. Quando se celebrava a missa matinal na Igreja da Santíssima Trindade, que estava a ser transmitida pela RTP, o sacristão desligou vários disjuntores do quadro eléctrico, causando um corte de energia eléctrica destinado a impedir a transmissão televisiva. Não contente com isso, trocou ainda vários fios do quadro eléctrico, obstando a que a energia fosse de imediato restabelecida.* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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