Sociedade | 16-11-2013 00:07

Mapa judiciário tira competências ao Tribunal de Vila Franca acabando com a proximidade dos cidadãos à justiça

O novo mapa judiciário, que vai retirar serviços ao Tribunal de Vila Franca de Xira, é prejudicial para as populações porque acaba com a relação de proximidade entre os cidadãos e a justiça. Esta é a opinião de Zilda Pinto, advogada de Vila Franca de Xira, que integra como vogal a lista de Jerónimo Martins à liderança da Ordem dos Advogados nas próximas eleições. "Estas alterações têm sempre na base a economia. Não se deve economizar à custa da redução de serviços, a justiça não pode depender da economia, tem de ser virada para o cidadão", defende. Na opinião da profissional é de forma "economicista" que a justiça tem sido encarada nos últimos anos, mostrando-se "muito apreensiva" sobre o rumo que o sector está a tomar, não só na região como no país."Vamos ficar a depender de uma sede em Loures, vamos ter aqui as secções de instância local, de competência genérica, cível ou criminal mas para os processos singulares. Vamos manter secções especializadas de família e menores mas perdemos as execuções e instrução criminal para Loures. Não há benefício directo para o cidadão que se veja neste novo mapa judiciário", refere.* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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