Sociedade | 26-12-2013 17:35

Burlão dos CTT detido em Almeirim tem que se apresentar três vezes por semana nas autoridades

Material apreendido pela GNR e momento da detenção do suspeito
O homem detido em Almeirim por burlar os CTT ao pagar encomendas com cheques falsos vai ficar a aguardar julgamento com a obrigação de se apresentar três vezes por semana no posto policial da área de residência. A medida de coação foi aplicada pelo juiz do Tribunal de Almeirim que ouviu em primeiro interrogatório o arguido de 31 anos, residente em Rio Maior.Na sequência da detenção ocorrida na véspera de Natal a GNR efectuou várias diligências de investigação e realizou buscas em duas viaturas e na residência do detido, tendo sido apreendido, entre outro material: Um veículo, dois telemóveis, diverso material informático, vários cheques e diferentes cópias dos mesmos e mais de 130 notas contrafeitas, no valor aproximado de 2700 euros, refere o comando territorial de Santarém da GNR. Como O MIRANTE já tinha noticiado no dia da detenção, 24 de Dezembro, o detido fazia encomendas de artigos, como material informático, através da internet e indicava moradas de cafés para a entrega. Quando os funcionários dos CTT procediam à entrega das encomendas este pagava com cheques falsos.Segundo a GNR, o posto de Almeirim foi alertado pelos CTT para uma entrega de um iPhone que ia decorrer na manhã de terça-feira, cerca das 11h00, no café Titanic, na Avenida 25 de Abril, no centro de Almeirim e perto do posto da Guarda. No momento em que o funcionário dos Correios fez a entrega pediu a identificação ao homem, que disse ter o bilhete de identidade no carro que estava estacionado na zona e pediu boleia na carrinha dos Correios.O funcionário dos CTT fez que ia com ele ao carro mas virou para a Rua António Sérgio em direcção ao posto da Guarda. Nessa altura o suspeito saiu da carrinha dos CTT em andamento mas foi de imediato detido pela GNR que já estava na zona para o apanhar.A Guarda encontrou na posse do indivíduo 64 cópias de cheques, que se supõe serem fotocópias, mais oito cheques originais em nome de outra pessoa. Além desta entrega o homem tinha mais cinco pendentes no centro de distribuição postal.Os CTT tinham alertado a Guarda depois de terem feito a entrega na segunda-feira de duas encomendas, um tablet e um computador portátil, tendo verificado posteriormente que os cheques dados para pagamento não eram válidos.

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