Sociedade | 31-07-2015 13:58

Acusados de tráfico de pessoas em Almeirim ficam em prisão preventiva

Os dois irmãos donos de uma empresa de Almeirim de prestação de mão-de-obra para a agricultura, ficam em prisão preventiva, indiciados de tráfico de pessoas, associação criminosa e ofensas à integridade física. As companheiras dos dois empresários ficam também presas preventivamente. Um outro elemento, colaborador e representante da empresa, que também é dirigente da Confraria Gastronómica de Almeirim, fica em prisão domiciliária com pulseira electrónica. Um funcionário de uma clínica médica de Santarém vai aguardar julgamento em prisão domiciliária com pulseira electrónica, indiciado de falsificação de documentos. Outros dois elementos do caso ficam também com a obrigação de permanência na residência com vigilância electrónica.As medidas de coacção foram conhecidas esta sexta-feira depois de os suspeitos terem sido ouvidos em primeiro interrogatório pelo juiz Carlos Alexandre, no Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa. Os suspeitos foram detidos pela Polícia Judiciária esta semana e segundo a PJ os “elementos integravam um grupo organizado que se dedicava à angariação de trabalhadores oriundos de países exteriores à União Europeia, mediante a falsa promessa de melhoria de vida, e que, depois, exploravam”.No âmbito desta operação foram ainda cumpridos nove mandados de busca domiciliária, não domiciliária e a estabelecimento de saúde. O resultado foi a apreensão de vários elementos relacionados com os crimes em investigação.

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