Sociedade | 05-01-2017 00:47

Aeromodelismo não vinga na cidade berço da aviação

Aeromodelismo não vinga na cidade berço da aviação
AVIAÇÃO

Clube de Aeromodelismo de Alverca do Ribatejo nasceu há dez anos.

O Clube de Aeromodelismo de Alverca do Ribatejo (CAAR) celebrou 10 anos em Setembro de 2016. A colectividade dedica-se à construção e voo de modelos de aviões em pequena escala, mas apesar de estar situada numa terra associada aos primórdios da aviação portuguesa o clube não tem conseguido crescer nem atrair novos praticantes, em parte por não ter uma pista própria.


O clube pratica aeromodelismo em vários locais, desde o Depósito Geral de Material da Força Aérea em Alverca, ao campo de voo da Azambuja, ou à pista da federação na Maçussa. Para voo no interior já usaram os pavilhões de Alverca e Sobralinho, para modelos com pouco mais de 100 gramas. Contudo a utilização destes espaços requer uma constante burocracia e maioritariamente só são usados em dia de provas.


“Cheguei a lembrar a presidente da Câmara de Vila Franca de Xira na altura, Maria da Luz Rosinha, que nos faltava um campo para podermos treinar. Há características específicas para praticar a modalidade. Para o voo circular temos de ter uma pista com um diâmetro de 50 metros, para as outras categorias precisamos de medidas diferentes, mas o mais importante de tudo é que tem de estar vedado. Não podemos voar em qualquer lado. Somos federados e temos regras a cumprir. Se um avião se perde e bate num carro, num peão ou destruir propriedade alheia ficamos tramados”, refere Rui Fonseca, 71 anos, fundador e presidente do clube.

Notícia desenvolvida na edição semanal de O MIRANTE. Aqui

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