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Sociedade | 30-03-2017 12:10
Politécnico de Santarém pede a professores que devolvam 169 mil euros pagos indevidamente
Em causa está a remuneração de trabalho suplementar que o Tribunal de Contas considerou ilegal.

O Conselho de Gestão do Instituto Politécnico de Santarém (IPS) já começou a notificar os 37 professores da Escola Superior de Gestão e Tecnologia de Santarém (ESGTS) e da Escola Superior de Desporto de Rio Maior (ESDRM) que receberam ilegalmente, entre 2010 e 2012, cerca de 169 mil euros referentes a trabalho suplementar, segundo concluiu uma auditoria do Tribunal de Contas.

O presidente do IPS, Jorge Justino, escreveu aos docentes informando-os da deliberação do Conselho de Gestão (do qual faz parte) nesse sentido e dando-lhes 20 dias úteis para se pronunciarem, caso queiram, sobre a decisão que prevê a anulação desses abonos e a restituição do montante que a cada um diz respeito.

As quantias em causa vão dos 274 euros aos 18.349 euros, envolvendo 30 professores da Escola de Gestão e sete da Escola de Desporto. Do montante total, 152.199 euros são respeitantes aos professores da Escola de Gestão e 16.497 euros a docentes da Escola de Desporto.

As irregularidades detectadas pelo Tribunal de Contas estenderam-se entre os anos lectivos 2009/2010 e 2011/2012. Entre os professores visados estão os ex-directores da Escola Superior de Gestão, Jorge Faria (actual presidente da Câmara do Entroncamento) e Ilídio Lopes, a quem é pedida a devolução de 6.795 euros e 11.120 euros, respectivamente.

* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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