Sociedade | 06-04-2017

Começou julgamento do caso dos 23 nepaleses ilegais que trabalhavam em Paço dos Negros

O julgamento do caso dos 23 nepaleses em situação ilegal resgatados em Junho do ano passado pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de uma exploração agrícola em Paço dos Negros, começou esta quinta-feira, com a audição do principal arguido. O nepalês dono da empresa que fornecia os trabalhadores ao agricultor de Paço dos Negros, confirmou que contratava os seus compatriotas mas que não era responsável pela sua entrada em Portugal.

O arguido garantiu que os trabalhadores faziam as horas que queriam e que as más condições em que estavam alojados, conforme descreve a acusação, são as condições da classe média no Nepal. No caso são arguidos o dono da empresa Estimamundo que recrutava os trabalhadores, o seu assistente e o dono da exploração agrícola do concelho de Almeirim.

Os arguidos respondem por um crime de auxílio à imigração ilegal, um crime de angariação de mão-de-obra ilegal e 23 crimes de tráfico de pessoas. O principal arguido e o seu assistente estão em prisão preventiva.

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