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Sociedade | 20-04-2017 14:00
“Poder político nunca prestou grande atenção a Fátima e não tem que se intrometer na questão do santuário no aspecto religioso”
OURÉM
FOTO - LUÍS MIGUEL FERRAZ
Bispo António Marto considera que Fátima é activo muito grande para o país

O Bispo da Diocese de Leiria-Fátima considera que o país está a tomar consciência de que Fátima, onde peregrina o Papa Francisco em Maio, “é um activo muito grande do ponto de vista da economia nacional”. “O poder político nunca prestou grande atenção a Fátima e, do ponto de vista político, não tem que se intrometer na questão do santuário no aspecto religioso”, começou por dizer António Marto em entrevista à agência Lusa.
António Marto nota, contudo, que “hoje está a tomar-se consciência de que Fátima é um activo muito grande do ponto de vista da economia nacional, por causa do turismo, do chamado turismo religioso”. “É preciso ver que [anualmente] andam à volta de cinco milhões de peregrinos aqui, 75% são portugueses, 25% estrangeiros”, declarou o prelado.
Para o bispo da Diocese de Leiria-Fátima esse “movimento do ponto de vista económico ou social” requer, também, que “os poderes do Estado prestem atenção, porque isto é uma montra de Portugal, mostra também o que é Portugal para o mundo”. “E quando vem um papa é uma publicidade mundial sem custos nenhuns para o Estado”, sustentou António Marto, prestando reconhecimento à secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, que se tem mostrado “muito empenhada” em promover o turismo religioso e “em chamar a atenção do Estado para investir na cidade”.

* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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