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Sociedade | 12-05-2017 09:26
GNR aconselha utilização de bolsas de estacionamento fora da Cova da Iria
Parques mais próximos do Santuário de Fátima estão completos.

A GNR aconselha os peregrinos que se vão deslocar a Fátima nas próximas horas a utilizarem as bolsas de estacionamento fora da Cova da Iria uma vez que os parques mais próximos do santuário estão completos.

Num encontro com jornalistas, realizado na sala de imprensa do Santuário de Fátima, o porta-voz da GNR, Major Bruno Marques, afirmou que os automobilistas vão encontrar várias bolsas de estacionamento nas estradas nacionais que dão acesso a Fátima.

O porta-voz da Guarda Nacional Republicana sugeriu também aos peregrinos para que não deixem objectos de valor nos automóveis e para que evitem a autoestrada 1 (A1), utilizando como alternativas a A8, A23 e Itinerário Complementar 9.

No âmbito da visita do Papa Francisco a GNR tem três operações em curso, uma destinada aos peregrinos que se deslocam a pé, outra orientada para o controlo das fronteiras e a que se destina a garantir a protecção e segurança do Papa e de todos as pessoas que se deslocam a Fátima, denominada “Operação Centenário”.

Bruno Marques adiantou que, até ao momento, não se registou qualquer incidente com os peregrinos que se deslocam a pé para o Santuário de Fátima, devendo a maior parte chegar esta sexta-feira.

O porta-voz da corporação disse que também não se registou qualquer problema no âmbito da “operação centenário”.

Bruno Marques indicou igualmente que a GNR deteve 13 pessoas e apreendeu seis armas e quatro veículos na quarta-feira, primeiro dia da operação de fiscalização e controlo nas fronteiras portuguesas.

Segundo a GNR, a maior parte das detenções ocorreram na região norte do país e as armas apreendidas são na maioria brancas.

Esta operação de controlo, fiscalização e vigilância das fronteiras terrestre, marítima e fluvial, bem como aeródromos e pistas de aterragem, tem como objectivo prevenir e evitar a entrada no país de cidadãos, veículos e meios que possam executar ou ser utilizados “em acções hostis” no âmbito da visita do Papa Francisco, explicou.

Para as três operações a GNR envolve, um total, de 5.000 militares diariamente.

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