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Sociedade | 18-05-2017 00:01

Santarém foi berço da criação do Serviço Nacional de Saúde

Santarém foi berço da criação do Serviço Nacional de Saúde
António Leal Lopes (à esquerda) com o presidente do Rotary de Santarém, Armando Rosa

António Leal Lopes participou num debate organizado pelo Rotary Clube de Santarém.

Foi em Santarém que foi produzido o documento que antecipou a criação do grupo de trabalho do SNS (Serviço Nacional de Saúde), revelou o actual consultor sénior do Ministério da Saúde e co-fundador do SNS, António Leal Lopes, num jantar/debate sob o tema “O Estado Social e o Futuro do SNS” organizado pelo Rotary Clube de Santarém.

O “menino irreverente que queria mudar a saúde” não tem dúvidas que o SNS só existe graças a um estado social e a um crescimento económico sob pena de falir. “Sem crescimento económico não há estado social e sem estado social não há SNS”, admite.

Numa óptica de futuro, o co-fundador do SNS perspectivou quatro problemas na saúde que terão de ser resolvidos, nomeadamente as novas doenças como o cancro e as doenças neurológicas, reumatológicas e mentais, adiantando que os que nascerem daqui a 10 anos, 3 em cada 5 vão ter uma hipótese de contrair um cancro; o envelhecimento da população, prevendo que em 2080 existirão sete milhões e quinhentos mil idosos e será necessário mais cuidados de saúde integrados e no domicílio; as novas tecnologias, referindo que os equipamentos médicos serão mais caros e terão cada vez mais de ser renovados em gerações mais curtas o que vai obrigar a um maior esforço por parte do Estado.

* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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