Sociedade | 01-07-2017 13:58

Ministro regista coincidência entre roubo de material de guerra e reforço da segurança

Granadas foguete anticarro, granadas de gás lacrimogénio, munições e explosivos desapareceram dos paióis do Exército em Tancos.

O ministro da Defesa garantiu esta sexta-feira não querer avançar com insinuações, mas registou a coincidência entre o roubo de material militar dos paióis de Tancos e a decisão de reforçar o perímetro de segurança do local.

Em entrevista ao jornal da noite do canal televisivo SIC, Azeredo Lopes afirmou registar a “circunstância peculiar da coincidência [do roubo] com a decisão do reforço do perímetro de segurança” dos Paióis Nacionais de Tancos, sublinhando, porém, não querer insinuar nada, nem “aligeirar carga” das responsabilidades.

Segundo um despacho publicado na sexta-feira em Diário da República, o Ministério da Defesa Nacional autorizou, a 5 de junho, uma despesa de 316 mil euros, mais IVA, para a "reconstrução da vedação periférica exterior no perímetro norte, sul e este dos Paióis Nacionais de Tancos", Vila Nova da Barquinha.

Em comunicado, o Exército anunciou na quinta-feira que foi detectada quarta-feira ao final do dia a violação dos perímetros de segurança dos Paióis Nacionais de Tancos e o arrombamento de dois ‘paiolins’, tendo hoje precisado que entre o material de guerra roubado estão "granadas foguete anticarro", granadas de gás lacrimogénio e explosivos, mas não divulgou as quantidades.

Na noite desta sexta-feira Azeredo Lopes comentou que cabe ao ministro da Defesa “alocar ao Exército a função de garantir a segurança de instalações militares”, explicando o processo legal e burocrático de lançamento de concursos, como o referente à vedação de Tancos.

O ministro referiu ainda a ordem que deu para serem avisados os aliados internacionais do ocorrido e que aos parceiros da NATO “foi dita a verdade”, recusando, porém, que este caso tenha sido a “maior quebra de segurança da União Europeia”.

Mais Notícias

    A carregar...
    Caipirinhas para todos os gostos
    Foto do Dia
    As caipirinhas são a aposta há oito anos da van food “Caipi Joca’s”, de Carlos Travessa, um dos presentes na 4.ª edição do Festival Reverence que decorreu nos dias 8 e 9 de Setembro, pela primeira vez, na Ribeira de Santarém. A residir em Salvaterra de Magos, o empreendedor de 38 anos começou o negócio juntamente a sua sócia, Josélia Godinho, de 33 anos, depois de ter tido muito sucesso com o seu bar exclusivo de caipirinhas nas festas de Salvaterra de Magos. O nome surgiu de uma junção de “Caipi” (caipirinhas), “Jo” (Josélia) e “Ca” (Carlos). Entre as várias caipirinhas à disposição, a que está no topo das preferências é a tradicional com cachaça.
    Foto do Dia | 22-09-2017

    Edição Semanal

    Edição nº 1317
    21-09-2017
    Capa Vale Tejo
    Edição nº 1317
    20-09-2017
    Capa Médio Tejo