Sociedade | 11-10-2017 20:48

“O país precisa de mudar para que os investigadores portugueses possam regressar”

“O país precisa de mudar para que os investigadores portugueses possam regressar”

Jorge Ferreira é de Santarém e vive na Alemanha há cerca de nove anos, onde é investigador na área da Biologia.

Depois de se licenciar em Bioquimica, na Universidade da Beira Interior [Covilhã], Jorge Ferreira decidiu, em 2008, fazer um estágio profissional em Dresden, na Alemanha, através do programa Sócrates Erasmus. A ideia de estagiar em Dresden era aprender para depois poder partilhar, ensinar e aplicar esse conhecimento num grupo de investigação ou numa empresa farmacêutica em Portugal. No entanto, como a vida dá muitas voltas, e com a crise financeira que abalou o mercado português, o regresso de Jorge Ferreira a Portugal deixou de ser prioridade.
Natural de Santarém, o investigador, de 39 anos, tem feito a sua vida profissional na Alemanha. Após seis meses de estágio profissional com um grupo de investigação em Dresden foi convidado para trabalhar noutro grupo de investigação, no Center for Regenerative Therapies Dresden. “Concorri a uma bolsa de investigação da Universidade Técnica de Dresden e tive oportunidade de trabalhar com o sistema nervoso. A minha investigação principal centrava-se na cultura e diferenciação das ‘stem cells’ do sistema embriónico neuronal. Estive neste grupo cerca de ano e meio, onde aprendi novas técnicas de biologia”, explicou Jorge Ferreira em entrevista a O MIRANTE.

Entrevista completa na próxima edição semanal de O MIIRANTE

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