Sociedade | 12-10-2017 15:03

Histórias que vale a pena contar no rescaldo das autárquicas

Histórias que vale a pena contar no rescaldo das autárquicas

O MIRANTE fez uma ampla cobertura das eleições autárquicas na região mas como o espaço no jornal é finito nem todas as matérias puderam entrar na edição dedicada a esse sufrágio. Aqui ficam algumas histórias que não perderam actualidade entretanto.

Nas mesas de voto a camaradagem supera as rivalidades partidárias

Convivência salutar entre elementos de várias forças políticas numa assembleia de voto de Benavente

Nas mesas de voto na Escola Básica 2,3 de Benavente o ambiente entre os elementos responsáveis por orientarem o acto eleitoral não podia ter sido de maior camaradagem, reinando a boa-disposição entre os elementos das várias forças políticas. “O ambiente foi espectacular, damo-nos todos bem e nesta mesa não houve partidos, houve aqui um grupo de amigos!”, defendeu Francisco Neto, presidente da mesa de voto nº 4 e representante do CDS-PP.


Francisco já conhecia alguns dos outros elementos com quem partilhou a mesa e os dois estreantes foram integrados facilmente, tanto que, sem se puxar a brasa a nenhuma das sardinhas, Francisco só descobriu o partido dos outros representantes a meio do dia: “Falámos de política mas só para comentar aquilo que achávamos que estava bem ou mal no governo actual, não para defendermos as nossas cores, por isso demorei a perceber quem pertencia a qual”.


Célia Fernandes, candidata pelo PS e presidente da mesa nº 2, concorda: “O ambiente entre nós foi de grande cooperação, com o interesse de que corresse tudo bem e tentando resolver os problemas sempre em harmonia”.

Quando os membros das mesas de voto têm de ajudar os eleitores
Manuel Gutierrez, presidente da mesa nº1 e representante da CDU, já é presença habitual nas mesas de voto e não escondeu a satisfação por ver uma maior adesão do eleitorado em comparação com 2013. Manuel chegou, como antes, a ajudar alguns eleitores com dificuldades de visão ou outras complicações na hora de preencherem os boletins quando eles não iam acompanhados por ninguém.


“Conhecemo-nos todos uns aos outros cá em Benavente e quando é preciso ajudamos. Por exemplo, passou por aqui um senhor que ainda o ano passado estava bem e que entretanto teve um AVC e agora mal conseguia segurar na caneta e não conseguia preencher o voto, por isso teve de ser acompanhado pela mulher”.

Reportagem completa na edição semanal de O MIRANTE AQUI

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