Sociedade | 24-11-2017 09:00

Câmara de Benavente chamada a resolver disputa entre vizinhos

Câmara de Benavente chamada a resolver disputa entre vizinhos

Um dos vizinhos tem um marco delimitador do terreno que é deitado abaixo pelos camiões que ali têm de passar.

A Câmara de Benavente vai ter de intervir para resolver uma disputa entre dois vizinhos, na freguesia de Santo Estêvão, que não querem facilitar uma solução para permitir uma melhor circulação do trânsito. Os vizinhos têm propriedades nas traseiras do Campo de Voo de Benavente, separadas por uma estrada estreita, onde dois carros têm dificuldade em cruzar-se. Os camiões que passam no local, para fazerem uma curva, derrubam o marco delimitador colocado por Jorge Guarda no seu terreno. Do outro lado da via estão cedros do outro vizinho, Fernando Escarduça, em cuja propriedade funciona a Servir de Benavente – Associação de Apoio à Toxicodependência.


Foi Jorge Guarda que alertou O MIRANTE
para a situação. Há alguns meses um camião de transporte de mercadorias não conseguiu contornar o marco e derrubou-o. O motorista contactou o patrão, que solicitou à GNR que fosse ao local auxiliar à circulação do veículo. “O guarda pediu-me que desviasse o marco para que fosse mais fácil aos camiões passarem. Eu disse que não o podia fazer porque só podia mexer no marco se alterasse a configuração do terreno ou perdesse parte dele”, esclarece Jorge.


A Guarda não levantou qualquer auto porque não houve acidente rodoviário, não tendo sido enviada informação à Câmara de Benavente. Mas o vice-presidente do município, Domingos dos Santos, já tinha sido alertado meses antes e tentou encontrar um consenso. O autarca ainda conseguiu que Fernando Escarduça acedesse a desbastar os cedros com a promessa de que convenceria Jorge Guarda a retirar o marco, o que não aconteceu. Como o caso continua a dar problemas, Domingos dos Santos entregou a situação aos serviços técnicos da câmara para que encontrem uma forma de resolver a quezília.


O marco esteve derrubado até 8 de Novembro, dia em que Jorge Guarda, por não ter uma resolução da câmara, decidiu recolocá-lo. Cerca de uma hora depois o marco foi novamente derrubado pelo mesmo camião que antes tinha tido dificuldade em passar.

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