Sociedade | 29-12-2017 09:09

Nova vida do Vila Franca Centro está a ser negociada

Nova vida do Vila Franca Centro está a ser negociada

Pode haver uma nova vida no horizonte para o centro comercial Vila Franca Centro, fechado há quatro anos. O banco dono de grande parte do espaço está a negociar.

A solução para resolver a falta de estacionamento no centro de Vila Franca de Xira passa quase inevitavelmente pelo parque subterrâneo do Vila Franca Centro, fechado há quatro anos e é nesse sentido que o município está disposto a investir. A câmara já manifestou ao actual dono do centro comercial, o Banco Popular, estar interessada em adquirir o parque para o colocar à disposição da população. Isto enquanto há também perpectivas de revitalizar o primeiro piso do edifício.


O presidente da autarquia, Alberto Mesquita (PS), já veio dizer que para já o objectivo é comprar o espaço e depois se verá como este vai ser colocado à disposição do público. As hipóteses são óbvias: ou é a autarquia a gerir o parque directamente ou concessiona-o a um privado para exploração. Para já o município já reuniu com responsáveis do banco para dar início às negociações.


Segundo Alberto Mesquita estão também a decorrer negociações entre o proprietário do antigo centro comercial e um supermercado, para a utilização do piso térreo. “Na reunião recente que tivemos com o banco foi-nos transmitido o interesse de um supermercado que funciona na Rua do Curado. É uma ideia já vista e que agora parece que está em desenvolvimento”, notou o presidente do município. Para Mesquita, a concretização do negócio seria “uma excelente decisão”, que permitiria não só reabilitar e recolocar ao dispor da população aquele edifício central da cidade como também animar o comércio do centro da cidade. “Espero que com o melhorar da economia isto possa começar a mexer”, perspectivou o autarca.


Em Junho deste ano o Banco Popular tornou-se dono da maioria das lojas e arrecadações do devoluto Vila Franca Centro, por dois milhões e meio de euros. O imóvel esteve à venda em leilão na sequência da insolvência da empresa gestora daquele equipamento, a Circuitos SA. Mas há ainda fracções que têm outros proprietários. O centro fechou em Outubro de 2013 devido a dificuldades financeiras, tendo na altura a administração comunicado aos lojistas que a situação se tornara insustentável, em parte devido a dívidas dos comerciantes para com o condomínio.

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