Sociedade | 13-01-2018 00:08

Palavrões e nudez no teatro geram indignação em Santarém

Palavrões e nudez no teatro geram indignação em Santarém
Foto O MIRANTE

Espectáculo do director artístico do Teatro Sá da Bandeira acrescentou polémica e picante ao processo que conduziu à sua dispensa pela Câmara de Santarém.

A vereadora com o pelouro da Cultura na Câmara de Santarém, Inês Barroso (PSD), revelou na última reunião do executivo que recebeu um “bombardeamento” de telefonemas por causa de cenas mais ousadas da peça “O Mandarim – Apóstrofe e Paciência”, que esteve em cena nos dois primeiros fins de semana de Dezembro de 2017 no Teatro Municipal Sá da Bandeira (TSB).

Em causa estavam cenas de nudez feminina e palavrões que fariam parte do guião. O espectáculo foi concebido pelo director e programador artístico do TSB, Pedro Barreiro, que no fim do ano deixou essas funções por não ter a sua avença renovada pela autarquia. Uma situação que já tinha sido anunciada antes da exibição da peça.

Inês Barroso revelou esse episódio depois de ter ouvido o vereador do PS João Catela e a actriz e namorada de Pedro Barreiro, Silvana Ivaldi, questionarem a decisão da autarquia de não renovar a avença com Pedro Barreiro.

A actriz acusou a gestão PSD de reduzir a actividade do TSB a uma mera operação de aritmética e foi durante a resposta que a vereadora revelou que foi “bombardeada” com telefonemas por causa dos palavrões e cenas de nu feminino na peça adaptada do romance “O Mandarim”, de Eça de Queiroz.

* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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