Sociedade | 18-01-2018 19:01

Cluster aeronáutico de Alverca tem que captar novos negócios que impulsionem a economia

Cluster aeronáutico de Alverca tem que captar novos negócios que impulsionem a economia

Marco Tulio Pellegrini é o novo presidente da OGMA e falou com O MIRANTE no ano em que a empresa celebra o centenário.

A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal é uma das seis empresas do mundo da aviação a completar 100 anos de vida. Uma data especial que será assinalada ao longo do ano com diversas iniciativas. O MIRANTE conversou com o novo presidente da empresa para conhecer os seus objectivos de gestão e o que está reservado para os mais de 1.700 trabalhadores da empresa.

O tão falado cluster aeronáutico de Alverca não pode ser apenas uma ideia: precisa de sair do papel e capturar novos negócios que impulsionem a economia regional e nacional. A ideia é defendida pelo novo presidente da OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal. Marco Tulio Pellegrini é o novo presidente da companhia desde Abril de 2017 e avisa que o cluster só é importante se o sector aeroespacial continuar a crescer. E nisso, garante, Alverca tem um papel importante.

“O cluster só existe se o sector crescer. Precisa de deixar de ser uma conversa bonita e materializar-se em negócios. É um processo contínuo, o Estado tem de fazer a sua parte, preparando formação e infraestruturas e as entidades privadas ocuparem o seu espaço. Todos os ingredientes estão disponíveis, só temos de aproveitar”, defende a O MIRANTE.

O gestor da empresa garante que a actividade da OGMA “recuperou desde a privatização” mas assegura que ela pode ocupar um lugar mais importante do que aquele que tem hoje. Marco Pellegrini assume como bandeira a luta pela captação de mais negócios na OGMA, incluindo a exclusividade de manutenção de, entre outros aviões, o novo KC-390 da Embraer.

“É fundamental para a OGMA ser competitiva e ganhar esses negócios. Isso traz trabalho para Alverca e obriga a um desenvolvimento contínuo e sustentado da mão de obra especializada. Não apenas na nossa formação interna como também a nível exterior, precisamos que haja uma aposta na formação de técnicos especializados”, refere.

* Entrevista completa na edição semanal de O MIRANTE.

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