Sociedade | 22-02-2018 18:00

Praça de Toiros da Chamusca não está garantida para a Semana da Ascensão

Praça de Toiros da Chamusca não está garantida para a Semana da Ascensão
Obras na Praça de Toiros na Chamusca podem não estar concluídas a tempo da Semana da Ascensão

Obras podem não estar prontas a tempo. Solução pode passar pelo aluguer de uma praça desmontável para garantir a realização de corridas de toiros.

Ainda não é garantido que as obras na praça de toiros da Chamusca estejam concluídas a tempo da Semana da Ascensão na Chamusca que acontece no mês de Maio. Depois da Inspecção Geral de Actividades Culturais (IGAC) ter interditado o recinto, no dia 7 de Fevereiro, por falta de condições para a realização de espectáculos tauromáquicos, o Provedor da Misericórdia da Chamusca, Nuno Castelão, explicou a
O MIRANTE, na sexta-feira, 16 de Fevereiro, que “é arriscado garantir que a praça esteja pronta a tempo da Semana da Ascensão”.
“Oficialmente ainda não recebemos o relatório oficial mas pela comunicação que já recebemos o que vai requerer mais cuidado e atenção, e que vai levar mais tempo, é ao nível da estrutura dos curros pois as portas estão a ser suportadas por uma viga que muito provavelmente vai ter de ser substituída. Essa é a intervenção de maior envergadura”, explica o Provedor. Nuno Castelão acrescenta que se a praça não estiver pronta a tempo a solução pode passar por uma praça desmontável. “Isso já é entrar um pouco no campo da especulação mas temos sempre que ter um plano A e um plano B”, justifica.
As pequenas intervenções vão começar já na próxima semana, nomeadamente ao nível da substituição da sinalética, arranjos nas casas-de-banho, renumeração dos lugares das bancadas. “São coisas simples que podem ser feitas pelos funcionários da manutenção da Misericórdia”, diz o provedor.
Se houverem entraves por parte da IGAC ao plano de intervenção que a Misericórdia vai ter de apresentar a intervenção pode complicar-se e demorar mais tempo. A instituição tem posto o município ao corrente da situação “até porque com a envolvência que a câmara tem tido na promoção da festa brava mal nos ficaria se assim não fosse”, refere Nuno Castelão.
Quanto ao concurso para adjudicação da praça, que terminou no dia 9 de Fevereiro, foram recebidas quatro propostas que foram abertas na quarta-feira, 14 de Fevereiro, mas a decisão final só vai ser tomada depois das obras. “Não seria bonito termos este problema e não comunicarmos ao empresário que vier a ficar com a praça”, considera o provedor.

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