Sociedade | 17-04-2018 08:48

Ribatejano dá vida ao Soldado Milhões no cinema

Ribatejano dá vida ao Soldado Milhões no cinema
Foto O MIRANTE

João Arrais, natural de Santarém, é um dos protagonistas do filme que conta a história do militar português que se destacou pela sua coragem e bravura na 1ª Guerra Mundial.

O escalabitano João Arrais, 22 anos, interpreta um dos papéis principais do filme “Soldado Milhões”, realizado por Gonçao Galvão Teles e Jorge Paixão da Costa, que chegou recentemente às salas de cinema. A película conta a história de um dos combatentes portugueses que se destacou pela coragem e bravura demonstradas durante a 1ª Guerra Mundial em França. O filme é projectado sábado, 21 de Abril, no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, pelas 21h30.

A interpretação do papel do jovem Soldado Milhões é mais um passo importante na carreira ascensional do actor, nascido a 28 de Setembro de 1995 em Santarém. João Arrais estreou-se como actor aos 11 anos na novela “Jura” e desde aí tem integrado os elencos de inúmeras telenovelas e séries televisivas como “Depois do Adeus”. Jogou futebol na Académica de Santarém, foi ginasta medalhado em trampolins no Gimno Clube de Santarém (os pais são técnicos da modalidade) e quando era criança sonhava ser jogador de futebol no Benfica.

O jovem escalabitano tornou-se actor por acaso. Só se apaixonou pelo mundo do espectáculo depois de participar na telenovela “Jura”, da SIC, aos 11 anos. Desde então nunca mais parou. Esteve sempre envolvido em projectos de televisão, teatro, cinema e anúncios publicitários. Foi, aliás, através da publicidade que tudo começou. A irmã mais velha de João integrava uma agência de modelos e os seus pais decidiram inscrevê-lo também.

“Detestava ir a castings porque tínhamos que estar muitas horas à espera para depois fazer o anúncio publicitário que era muito rápido. Não achava piada àquilo. No entanto, tudo mudou quando fiz a minha primeira novela. Fiquei encantado com aquele mundo e apaixonei-me, fiquei com o ‘bichinho’ da representação que nunca mais desapareceu. Adoro a possibilidade de poder ser outras pessoas, completamente diferentes de mim”, contava a O MIRANTE.

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