Sociedade | 12-05-2018 09:26

Ourém avança com requalificação de via de entrada em Fátima a partir de Leiria

Um investimento de 1,1 milhões de euros.

O presidente da Câmara de Ourém afirmou que o município prevê iniciar este ano a intervenção na designada estrada da Loureira, via de entrada em Fátima a partir de Leiria, num investimento de 1,1 milhões de euros.

“Estamos a programar uma intervenção daquela via, que depois da autoestrada 1 é a principal entrada de peregrinos em Fátima, no valor de 1,1 milhões de euros, com fundos municipais”, afirmou Luís Albuquerque.

Luís Albuquerque adiantou que o investimento contempla “passeios, iluminação, piso novo e alterações rodoviárias para assegurar a fluidez no trânsito”.

“O que temos previsto é que em Junho o projecto será aprovado em reunião de Câmara e na Assembleia Municipal, para depois lançarmos o procedimento. Pensamos que no final do ano a obra possa arrancar para ser feita, na sua grande parte, até maio de 2019”, esclareceu o presidente deste município do distrito de Santarém.

Luís Albuquerque (PSD) reconheceu que não se ter concretizado a obra em 2017, ano do Centenário das Aparições, da visita do papa Francisco e da canonização de Francisco e Jacinta Marto, foi “uma oportunidade perdida”, tanto mais que é por esta via que chega o maior número de peregrinos que se desloca a pé para Fátima.

Sobre a eventual requalificação urbana das entradas da cidade-santuário desde a Batalha, no distrito de Leiria, e da sede de freguesia de Fátima, o autarca salientou que a estrada da Loureira é “o primeiro passo”.

“Quem nos visita e chega a Fátima a partir da Batalha ou de Leiria, aquelas entradas não nos deixam satisfeitos”, admitiu, para acrescentar que o município “não tem meios financeiros para fazer em termos imediatos o que Fátima precisa”.

A este propósito repete as palavras que tem dito, como as do executivo anterior, presidido pelo socialista Paulo Fonseca: “O Estado central tem de olhar Fátima de uma forma diferente e dotar o município de Ourém de meios necessários para resolver os problemas mais prementes da cidade-santuário”, acrescentou Luís Albuquerque.

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