Sociedade | 17-05-2018 14:05

CTT garantem entrega de correspondência em Mouriscas

CTT comprometeram-se a entregar a correspondência na freguesia, nos próximos três meses, mesmo sem a atribuição dos números de polícia às habitações.

O presidente da junta de Mouriscas, Pedro Matos garantiu a O MIRANTE que os CTT “se comprometeram a entregar a correspondência na freguesia, nos próximos três meses, mesmo sem a atribuição dos números de polícia às habitações que não o têm”.

A população apresentou várias queixas na junta por não receberem a correspondência, o que causou vários constrangimentos.

António Júnior, de 88 anos ficou sem receber a carta com a reforma, além de várias contas que têm um prazo de pagamento.

As queixas contra os CTT foram muitas, porque os carteiros alegavam que sem número de polícia não tinham obrigação de andar à procura dos destinatários.

Pedro Matos pediu a intervenção da câmara de Abrantes, a quem cabe atribuir os números, e depois de uma reunião no dia 16 de Maio, entre a câmara, a junta e os CTT houve entendimento.

O presidente da junta adiantou que “a população tem agora três meses para tratar das coisas e regularizar toda a documentação, de modo a que no futuro não hajam mais dissabores”.

Esclarece ainda que “os processos para pedir o número de polícia poderão ser tratados na Junta de Freguesia, ou na câmara de Abrantes ” e que “o valor deste processo é tabelado pela câmara”. O custo é “igual para todas as freguesias, sendo que pessoas com dificuldades financeiras estão isentas dos custos associados ao processo”.

A junta de Mouriscas vai continuar, em parceria com a câmara, a identificar as ruas que não têm nome e a “corrigir as várias situações para que este problema não se repita”, sustentou Pedro Matos.

Na reunião de câmara de dia 15 de Maio os vereadores da oposição, Armindo Silveira (BE) e Rui Santos (PSD), alertaram para o facto de a população de Mouriscas estar sem receber correspondência há já alguns dias.

A câmara pediu uma reunião urgente com os CTT, que teve lugar no dia 16 de Maio, no salão nobre dos Paços do Concelho, na qual o presidente da junta expôs as várias queixas dos fregueses.

O entendimento entre as partes dá agora uma margem de três meses para a população pedir os números de polícia e regularizar as moradas, para que os carteiros possam entregar a correspondência regularmente.

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