Sociedade | 25-05-2018 12:38

Investigação à morte do advogado João Dias por suspeita de simulação

Investigação à morte do advogado João Dias por suspeita de simulação
Morte de advogado João Álvaro Dias, em 2016, está a ser investigada

O MIRANTE foi o primeiro a noticiar o atropelamento pelo próprio carro no dia de Natal de 2016. Pouco mais de um mês após ser condenado a cinco anos e meio de prisão efectiva o advogado foi passar o dia de Natal à sua casa em Santo Estêvão onde os factos suspeitos se passaram.

Numa crónica publicada na edição de 4 de Maio de 2018 da revista brasileira Veja, a que deu o título de “O caso do morto vivo”, José Paulo Cavalcanti Filho, escreve sobre a possibilidade do advogado português, Álvaro Dias, cuja morte ocorrida no dia de Natal de 2016 foi inicialmente noticiada em O MIRANTE, ter “contratado um cadáver substituto” para evitar cumprir a pena de prisão a que fora condenado, estando a viver no Brasil. E logo na abertura usa a expressão “vivo longe do morto”.


O cronista inspirou-se na reportagem do jornalista português J. Plácido Júnior, sobre o mesmo caso, publicada na edição de 15 de Abril da revista Visão, com o título “O estranho thriller da morte de um advogado”, em que é lembrado que a suspeita de uma morte simulada continua a ser investigada e que já teve dois encerramentos e duas reaberturas das investigações.


J. Plácido Júnior lembra que o advogado tinha sido investigado por causa de um tribunal arbitral que fundara em Lisboa onde tinha sido montado um esquema fraudulento que ele descreve assim: “ao passarem as suas propriedades ou quotas para outra empresa, muitas vezes “fantasma”, empresários em dificuldades financeiras fugiam aos credores que os procuravam com acções de arresto. O património, porém, era vendido a terceiros e os lucros acabavam divididos entres as partes”.

Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE AQUI

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