Sociedade | 30-06-2018 19:44

Na feira de velharias de Santarém é só montar a banca e esperar

Na feira de velharias de Santarém é só montar a banca e esperar
João Barrão

Livros, discos, roupa, louças e artesanato fazem parte da parafernália de objectos já com o estatuto de antiguidade que são vendidos no quarto sábado de cada mês no Jardim da Liberdade. Uma feira que tem vindo a crescer e onde não se paga terrado.

O mini estádio instalado no Jardim da Liberdade, em Santarém, durante o Mundial de futebol, não prejudicou a feira de antiguidades e velharias que lá decorre habitualmente ao quarto sábado de cada mês. Porque o espaço é amplo e vai dando para todos. Do que os vendedores mais se queixam é da falta de instalações sanitárias no recinto e da escassez de sombras.


Mesmo junto ao mini campo de futebol onde está o ecrã gigante, debaixo de um chapéu de sol devidamente enfeitado com a bandeira de Portugal e um cachecol com as cores da selecção, encontrámos João Barrão. A vender há cerca de quatro anos, o bate-chapas de 63 anos conta que o bichinho de vender velharias começou numa tarde em que alguns amigos foram à sua casa. “Eles viram os objectos antigos que lá tinha do meu pai e questionaram porque não ia à feira vendê-los”, conta o residente em Santarém à medida que vai ajeitando alguns ‘bibelôs’. “Isto é mais para me ocupar porque isto não dá lucro nenhum”, admite.

Reportagem completa na edição em papel de O MIRANTE já nas bancas

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