Sociedade | 13-07-2018 16:03

O Colete Encarnado sem as tertúlias não era a mesma coisa

O Colete Encarnado sem as tertúlias não era a mesma coisa
Tertúlia O Autocarro

As tertúlias são uma imagem de marca de Vila Franca de Xira e vivem um período de pujança. O MIRANTE foi conhecer três das mais de quarenta existentes.

No dicionário a designação de tertúlia aparece como “reunião familiar”, “reunião de pessoas com interesses comuns” e, em expressão popular, “embriaguez”. As tertúlias tauromáquicas de Vila Franca de Xira são um pouco desses três conceitos, sendo normalmente a expressão popular uma consequência do convívio com longos almoços e jantares bem regados, como acontece em cada festa do Colete Encarnado.


A tertúlia O Campino, a mais antiga das três que visitámos, foi fundada em 1977. É uma tertúlia familiar que nasceu das mãos de Carlos Santos (já falecido), mais conhecido por “Passarinho”, que ajudou a construir o Monumento ao Campino, inaugurado em 1982, no 50.º aniversário da festa do Colete Encarnado. Hoje O Campino é das suas duas filhas, Maria do Rosário e Idalina Santos, que a mantêm viva como o pai sempre desejou.

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