Sociedade | 26-07-2018 13:58

Administrador do Politécnico de Santarém demite-se depois de ser reconduzido no cargo

Administrador do Politécnico de Santarém demite-se depois de ser reconduzido no cargo

Pedro Carvalho pode estar a caminho da Câmara de Santarém.

O administrador do Instituto Politécnico de Santarém (IPS), Pedro Carvalho, pediu a sua demissão do cargo no início de Junho, disse a O MIRANTE o Secretariado da Presidência do IPS em resposta a questões colocadas pelo nosso jornal. A renúncia ocorreu duas semanas antes da eleição do novo presidente da instituição, ganha por José Mira Potes, que sucede a Jorge Justino. E três meses depois de Pedro Carvalho ter visto ser-lhe renovada a comissão de serviço nessas funções até Março de 2020, conforme o próprio havia solicitado.

O novo desafio profissional de Pedro Carvalho, jurista de formação, pode passar pela Câmara de Santarém, conforme rumores que se vão ouvindo na cidade. O presidente da autarquia, Ricardo Gonçalves, confirmou essa possibilidade, alegando que a autarquia está necessitada de juristas.

Pedro Carvalho foi durante os últimos oito anos um homem de confiança de Jorge Justino e, segundo o Secretariado da Presidência do IPS, “apesar de ter sido convidado para continuar a exercer as suas funções por ambas as candidaturas” à presidência do Politécnico, decidiu deixar essas funções.

Essa informação foi revelada após O MIRANTE questionar o presidente cessante do IPS, Jorge Justino, acerca da renovação da comissão de serviço a Pedro Carvalho, em Março deste ano e até Março de 2020, sabendo-se à partida que iria haver mudança de presidente no Politécnico de Santarém. Uma questão que deixou de fazer sentido após sabermos da demissão de Pedro Carvalho.

A comissão de serviço do administrador Pedro Carvalho terminava em Março de 2018, pelo que, nos termos da lei aplicável, foi pelo próprio desencadeado o procedimento de renovação. Além de acompanhar os dois últimos mandatos de Jorge Justino, Pedro Carvalho foi também administrador do IPS durante o mandato de Maria de Lurdes Asseiro, entre Outubro de 2006 e Outubro de 2009. No total cumpriu cerca de 11 anos nessas funções, embora não de forma consecutiva.

* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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