Sociedade | 03-09-2018 13:18

Obras do novo Centro de Saúde de Vialonga arrancam este ano

Obras do novo Centro de Saúde de Vialonga arrancam este ano
Obras de adaptação do ninho de empresas de Vialonga para centro de saúde deverão arrancar até ao final do ano

Adaptação do ninho de empresas da freguesia é uma solução que permite dar uso ao espaço e criar melhores condições para utentes e profissionais.

As obras de adaptação e reconversão do antigo ninho de empresas de Vialonga para o novo centro de saúde da localidade devem arrancar até ao final deste ano, de modo a que o equipamento abra portas nos primeiros meses de 2019. A expectativa foi deixada pelo presidente do município, Alberto Mesquita (PS), na reunião pública de câmara.

“Estamos neste momento a avançar com o procedimento e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) já concluiu o projecto. Quem vai lançar e custear as obras é a câmara, sendo que depois aquela entidade vai pagar-nos uma renda até perfazer o valor global desta intervenção”, explica o autarca, admitindo que sem esse acordo o problema do Centro de Saúde de Vialonga nunca mais ficaria resolvido. “Temos de ser criativos e encontrar as melhores soluções que possam servir a população. Não é também a solução que mais nos agrada, mas é aquela que no imediato permite que a população tenha as condições que hoje não tem” , explica.

O actual Centro de Saúde de Vialonga é um problema para os utentes. Além de ficar no alto de uma ladeira mal servida por transportes públicos, o edifício é pequeno para o número de utentes que serve, sofre de infiltrações e não dá boas condições para quem trabalha no espaço nem para o público. A adaptação do antigo ninho de empresas acontece depois do espaço nunca ter captado nenhuma empresa nos anos em que esteve de portas abertas.

O projecto para a nova Unidade de Saúde Familiar (USF) Villa Longa, em Vialonga, foi apresentado conjuntamente pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT) e pelo município, depois de longas negociações e visitas ao espaço por parte de técnicos da ARS-LVT e de médicos que vão prestar serviço no local. Estima-se que a obra tenha a duração de seis meses e um custo a rondar os 400 mil euros. O espaço vai dar melhor resposta aos mais de 20 mil utentes daquela freguesia. Entre as vantagens do novo espaço estão as boas acessibilidades, transportes públicos, centralidade e isolamento adequado. O espaço vai ter 22 gabinetes médicos distribuídos por três pisos.

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