Sociedade | 11-03-2019 12:30

Problema com obra no centro de Alverca está por resolver há três anos

Problema com obra no centro de Alverca está por resolver há três anos
VILA FRANCA DE XIRA
foto ilustrativa - foto DR

Alguns moradores confessam-se agastados com o impasse dos trabalhos.

A paciência tem limites. É desta forma que o vice-presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, António Oliveira, classifica o imbróglio que se continua a viver em pleno centro de Alverca com a obra de construção de uma habitação para residências assistidas num pátio entre prédios na rua José António do Carmo, no centro de Alverca.

A obra, embargada desde 2016, continua num impasse e na última assembleia municipal o assunto voltou a ser trazido a lume por Rosa Saúde, da bancada da CDU, que lamentou que tarde em ser resolvido. Vários moradores da zona, escutados por O MIRANTE, também confessam a sua revolta por ver o assuntoarrastar-se durante tanto tempo sem solução à vista.

“Depois de várias notificações à empresa responsável pela obra, a entidade foi notificada oficialmente para dentro de duas semanas ter uma reunião na câmara para que, em relação ao alvará, a situação possa ser esclarecida de uma vez por todas”, explica António Oliveira. Depois dessa reunião serão tomadas decisões sobre o rumo a tomar.

Confrontada com queixas dos moradores, a Câmara de Vila Franca de Xira enviou há três anos a fiscalização municipal ao local que confirmou que os trabalhos não estavam a decorrer conforme projectado – sobretudo no que dizia respeito à construção adicional de um piso na cave - e para não colocar mais em risco os logradouros dos prédios vizinhos foi ordenado o embargo da obra. Entretanto vários moradores voltaram a queixar-se de problemas de drenagem com as chuvas e dificuldades na contenção de terras. Perante esse problema a câmara permitiu o avanço de uma obra de contenção de terras mas pediu um projecto de alterações e novos pareceres da Segurança Social ao promotor. O presidente do município, Alberto Mesquita, já tinha considerado justas as queixas dos moradores da zona, por considerar que o promotor estava a construir uma obra diferente da que estava prevista em projecto.

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