Entrevista | 06-08-2019 07:00

Berta Charréu

Berta Charréu
AGORA FALO EU

Advogada, 47 anos, Marinhais

Custa-lhe levantar-se de manhã para ir trabalhar? Não me custa nada, porque tenho responsabilidades e objectivos para cumprir

Gosta mais de liderar ou de ser liderada? Gosto mais de liderar. Apesar de me portar bem quando liderada, sinto-me mais útil e realizada quando lidero.

Era capaz de viver sem música? Como vejo a música como um alívio no dia-a-dia, apesar de ouvir só no carro, seria difícil viver sem ela.

Qual é o seu truque para manter a calma perante um imprevisto? Respirar fundo e pensar. A seguir, quando surge a ideia ou resolução, fica tudo mais fácil e melhor.

O mundo vai ter que falar mandarim ou os chineses é que vão passar a falar inglês? Os chineses vão ter que falar inglês.

Fazem falta mais mulheres na política? Claro que sim, as mulheres têm outra visão das coisas.

Alguma vez deu sangue? Já tentei dar sangue mas não pude porque não tinha peso nem altura suficientes.

Se vir alguém deitar lixo para o chão diz-lhe alguma coisa? Depende da situação. Já apanhei pessoas a atirar lixo da janela do carro e buzinei para saberem que está errado. Se for alguém que vá comigo não deixo deitar lixo no chão. Se passar por alguém na rua e deparar-me com uma situação dessas posso não dizer nada directamente à pessoa, mas digo sempre qualquer coisa, indirectamente.

Qual a tradição que nunca podemos deixar morrer? Como sou muito agarrada a esse tema acho que nunca devíamos deixar morrer as tradições, em geral. Para mim as mais importantes são as festas populares, porque têm sempre costumes que devemos manter vivos e transmitir aos nossos.

Qual foi a sua maior extravagância? Ui... a essa não respondo.

A vídeovigilância é uma boa maneira de combater a criminalidade? Sim, devíamos apostar na colocação de câmaras de vídeo nos locais de maior criminalidade.

Qual a qualidade que mais aprecia numa pessoa? A sinceridade.

Fecha a água enquanto escova os dentes ou quando se ensaboa no banho? Sim, sempre.

Qual é o seu maior defeito? Dos maus defeitos não encontro nenhum, mas dos bons defeitos tenho muitos.

Gosta de conduzir? Já soprou no balão? Gosto de conduzir e já soprei o balão várias vezes.

É daquelas pessoas que gosta de estacionar o automóvel à porta de todos os locais onde vai? Quando vou a algum lado e não há estacionamento no local procuro um lugar para estacionar sem estar em infracção, mesmo que tenha que andar um pouco.

Existe algum animal que gostasse de ter e não pode? Não, já tenho as minhas cadelas.

Qual o objecto que nunca fica em casa? O telemóvel. Acho que acontece o mesmo com a maioria das pessoas.

Gosta de comemorar o seu aniversário? Qual o melhor presente que já recebeu? Não gosto de comemorar os meus aniversários e estou sempre à espera que ninguém se lembre, mas com o Facebook é difícil. Quanto aos presentes que já recebi, foram todos muito significativos, desde o beijo de manhã a desejar um feliz aniversário até a um perfume são todos grandes quando dados de coração.

A que petisco não resiste? Gosto de tantos... gosto especialmente de polvo bem temperado.

Qual o alimento que não comia nem que lhe pagassem? É difícil responder a isso porque sou muito curiosa e gosto de provar tudo.

Qual o seu prato preferido de bacalhau? Bacalhau com broa.

Dá dinheiro aos arrumadores? Porquê? Que opinião tem sobre os arrumadores? Dou dinheiro aos arrumadores, não porque tenha medo que me risquem o carro mas porque tenho pena deles. Claro que há arrumadores e arrumadores mas os bons são úteis no ordenamento do estacionamento.

Costuma dar a vez a pessoas mais idosas na fila do supermercado? Sim, sempre. E também a grávidas e pessoas com bebés de colo. Quando vejo que não estão a dar prioridade costumo comentar, nem que seja para quem está na caixa.

Que conselho daria ao primeiro-ministro? Aguente-se senhor António Costa. Quem quer festa, sua da testa. Como estamos e sempre estaremos a atravessar uma crise política em Portugal, quem arrisca cargos como esse tem que ser forte.

Vale a pena ir votar? Vale sempre a pena ir votar. Perde-se por um voto e ganha-se por um voto. Quem vota fica consciente que deu o seu contributo para a decisão.

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