O MIRANTE TV | 10-09-2019

Rosa Grilo mantém versão de que o marido foi morto por angolanos

A arguida voltou a negar o seu envolvimento no homicídio de Luís Grilo. Mas na versão são várias as contradições e pontas soltas que não conseguiu explicar.

Ainda não eram 09h00 quando se formou fila à porta do Tribunal de Loures, antes de ter início o julgamento mais mediático do ano.

Rosa Grilo e António Joaquim começaram esta terça-feira, 10 de Setembro a ser julgados pelo homicídio do triatleta, Luís Grilo. Ao contrário do que se esperava, a arguida respondeu a todas as questões colocadas pelo colectivo de juízes, deixando a juiz presidente perplexa com a versão apresentada, cheia de pontas soltas e contradições.

A viúva continua a negar qualquer envolvimento na morte de Luís Grilo e manteve a versão de que este foi morto a 16 de Julho, por um dos três angolanos que foram a sua casa procurar os diamantes.

Um dos pontos que a juiz Ana Clara Batista procurou esclarecer foi o que levou Rosa a participar à GNR o desaparecimento de Luís Grilo, deixando o seu filho em casa com o suposto assassino, durante quatro horas. Também quis saber a juíza porque é que a viúva se livrou da bicicleta do triatleta e da arma de António Joaquim, questionando-a se a sua preocupação era ajudar os angolanos e atrasar a actuação da polícia.

E se no primeiro interrogatório Rosa disse que a sua roupa tinha ficado manchada de sangue, mas que o tinha limpo, hoje mudou a história e disse que trocou de roupa. Alguns dos detalhes que não escaparam ao colectivo de juízes. A segunda sessão deste julgamento realiza-se na próxima terça-feira,17 de Setembro e onde se espera que seja ouvido o arguido António Joaquim e algumas das 92 testemunhas.

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