Sociedade | 24-06-2019 07:00

Centro Comunitário de Apoio Familiar de Tomar deve estar pronto este Verão

Imóvel onde estão a ser construídos cinco apartamentos, de diversas tipologias, vai acolher famílias de etnia cigana do bairro do Flecheiro.

A construção do Centro Comunitário de Apoio Familiar de Tomar está prevista para o próximo Verão. A informação foi dada pela presidente da Câmara de Tomar em reunião do executivo. Anabela Freitas (PS) explicou que, neste momento, estão a ser construídas as habitações, arranjos exteriores e a construção de um muro para dividir o Centro Comunitário do quartel da Guarda Nacional Republicana (GNR). A autarca referiu que as obra estão em fase adiantada e que as famílias podem começar a mudar-se para as habitações no Verão.

O novo equipamento, localizado na Avenida Fonseca Simões, onde estão a ser construídos cinco apartamentos, de diversas tipologias, para acolher famílias de etnia cigana do bairro do Flecheiro, deveria estar terminado no final de Janeiro deste ano mas as obras atrasaram. A construção foi adjudicada à empresa Arlindo Lopes Dias Construções e a empreitada tem um valor de 339.307 euros. Vai ainda ser construído um edifício de acompanhamento para que uma equipa multidisciplinar possa desenvolver trabalho de inclusão social com a comunidade cigana que ali vai viver.

“Há cerca de quatro anos delineamos um plano para resolver o problema das famílias que vivem no bairro do Flecheiro e começamos a executá-lo. Este projecto é igual ao Parque Nómada que existe em Coimbra. São seis módulos, cinco deles vão servir para habitação e não se pretende que a residência seja fixa para as famílias. A ideia é as famílias estarem ali alguns anos, como fase de transição para que depois possam ir para outros locais”, explicou o vice-presidente Hugo Cristóvão, em sessão camarária, há cerca de um ano.

Hugo Cristóvão acrescentou que com a construção do Centro de Apoio Comunitário Familiar as barracas no Flecheiro vão sendo eliminadas até não haver nenhuma família a viver naquela zona. “Parece-nos um plano equilibrado e sensato para garantir que em breve o Flecheiro seja uma memória cada vez mais distante”, reforçou.

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