Arquivo | 09-12-2013 15:06

Jorge Jesus tem esperança em seguir em frente na Liga dos Campeões

O treinador do Benfica, Jorge Jesus, afirmou hoje que ainda tem a esperança de seguir em frente na Liga dos Campeões em futebol, apesar de reconhecer as dificuldades, por depender de terceiros.Para passar aos oitavos da “Champions”, a formação “encarnada” precisa de somar terça-feira, na receção ao Paris Saint-Germain, em encontro da sexta e última jornada do Grupo C, mais um ponto do que o Olympicos, anfitrião do Anderlecht.“O Olympiacos joga em casa, mas o futebol é imprevisível e por vezes os resultados aparecem sem se perceber como. Temos sempre uma esperança, mas temos é que pensar no PSG", disse Jorge Jesus, em conferência de imprensa.O técnico referiu que apesar de a equipa francesa viajar para Lisboa com algumas ausências, numa altura em que tem o apuramento assegurado, não é uma vantagem, explicando que a sua equipa também tem várias ausências problemas físicos."No Benfica, não joga Cardozo, Siqueira, Amorim e Salvio. Estamos em igualdade de circunstâncias e isso não vai motivar os jogadores do Benfica ou do PSG. São equipas com várias alternativas e não é por ai que qualquer equipa vai sentir mais facilidade", assegurou.Jorge Jesus disse que caso a equipa falhe o apuramento, isso ficar-se-á a dever ao jogo na Grécia (0-1), onde, “pelo que jogou”, o Benfica merecia "sair de lá, no mínimo, com uma igualdade no mínimo".O treinador do Benfica está consciente de que é preciso estar a um nível alto para bater o PSG e explicou que o empate de sexta-feira, com o Arouca, não vai ter influência frente aos gauleses, afirmando que a equipa joga sempre para vencer.“Tem que se jogar sempre para vencer, independentemente do que está para trás. Estamos dependentes de terceiros, mas temos que jogar a um nível alto para vencer o PSG. A responsabilidade no Benfica é sempre igual”, frisou.Em relação ao seu regresso ao banco, já que está castigado nas competições nacionais, Jorge Jesus refere que se sente "impotente" na bancada."Estamos muito mais nervosos na bancada do que no banco, porque no banco estou dentro do jogo. Sinto-me impotente e as mensagens que possa passar, quando lá chegam abaixo, já a jogada passou. É uma situação que espero que não me aconteça mais", disse.A terminar, o técnico referiu ainda que as conversas com o presidente, Luís Filipe Vieira, são normais e habituais.“O presidente é um elemento da equipa. Durante estes meses, está todos os dias no Seixal e partilha ideias connosco. Está inserido num diálogo com jogadores e equipa técnica e nada disso é fora do normal", concluiu.

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