Cultura | 08-01-2005 14:03

Mação cria museu para valorizar arte rupestre do vale do Ocreza

Em Mação, entre o Alto Ribatejo e as Beiras, está a nascer um museu que sai das paredes de um edifício, expandindo-se por uma paisagem imponente, num convite à descoberta da arte rupestre e da Natureza.

Em Mação, entre o Alto Ribatejo e as Beiras, está a nascer um museu que sai das paredes de um edifício, expandindo-se por uma paisagem imponente, num convite à descoberta da arte rupestre e da Natureza.O percurso, que tem por base a arte rupestre do vale do rio Ocreza, começará na exposição permanente "Da Pré-História à actualidade: a arte e o sagrado no Vale do Tejo", a inaugurar em meados de Março no Museu Municipal de Mação, um velho edifício que está a ser recuperado pela Câmara Municipal, apesar da recusa de apoio do Programa Operacional de Cultura.Daí, o museu, que a autarquia está a desenvolver com o Centro Europeu de Investigação da Pré-História do Alto Ribatejo (CEIPHAR), do Instituto Politécnico de Tomar, passa para uma área de cerca de 14 quilómetros ao longo do rio Ocreza, alvo de um concurso internacional de ideias, cujo projecto vencedor, dos 22 concorrentes, vai ser publicado este mês na revista da Ordem dos Arquitectos.O projecto esboça os passos e as estruturas que permitirão descobrir e interpretar as dezenas de pequenas figuras picotadas há dezenas de milhares de anos em pedras escuras nas margens do rio Ocreza, desde a barragem da Pracana até à Barca da Amieira, numa paisagem que remete a imaginação do visitante para a Pré-História.

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