Cultura | 28-06-2010 09:59

Exposição. Memórias do Campo de Concentração do Tarrafal

Inaugurada no dia 17 de Abril, pelas 18h00, a Exposição “Memória do Campo de Concentração do Tarrafal”, estará patente no Museu do Neo-Realismo (piso 1), até 29 de Agosto do corrente ano. A curadoria da exposição é da responsabilidade de Alfredo Caldeira, numa organização conjunta do Museu do Neo-Realismo e da Fundação Mário Soares.Esta exposição, que constituirá um dos pontos mais altos da programação de 2010, procura analisar e compreender o que o denominado “campo da morte lenta” significou para os muitos portugueses (mais de 360 opositores ao regime, nos primeiros 18 anos de existência do Campo, entre os anos de 1936 a 1954) e africanos que lutaram pela independência durante o Estado Novo, e que nele conheceram condições infra-humanas de existência, acrescidas do completo impedimento a defesa. Muitos foram os que não resistiram à fome, à doença e aos maus-tratos. Encerrado em 1974, o Campo foi planeado para isolar/desterrar os que se opunham ao regime de Salazar, mentor da sua criação.

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