Economia | 27-11-2013 14:02

AIP apresentou programa “Exportar a 1ª vez”

Mais de 200 empresários ficaram a conhecer as vantagens do programa “Exportar a 1ª vez” que a Associação Industrial Portuguesa (AIP) está a lançar no país e que apresentou dia 19 de Novembro, durante um seminário com a mesma designação, realizado no Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra, e que contou com a intervenção do seu presidente, José Eduardo Carvalho, de empresários e especialistas de diversas áreas.Alargar a base exportadora nacional, envolvendo novas empresas e orientando outras para mercados externos a consolidar, é o objectivo do programa “Exportar a 1ª vez”, apresentado em detalhe pelo seu responsável, Filipe Martins, do Departamento de Internacionalização da AIP.Destinado a PME sem experiência ou com fraca intensidade exportadora, com produtos ou serviços transaccionáveis em mercados externos, o programa prevê a realização de um conjunto de iniciativas como missões empresariais (com incentivo do QREN de 45%) à África do Sul, Argélia, China (Macau e Guangdong/Cantão), Chile e Colômbia, Índia (Goa e Maarastra/Bombaim), Israel, Macau, Marrocos, Moçambique e Turquia.O “Exportar a 1ª vez” contempla também a realização de mostras em Portugal, para dar a conhecer a oferta de produtos e serviços nacionais a importadores que vão ser convidados para esse efeito. São as chamadas “missões inversas” e mostras de valorização da oferta nacional (incentivo do QREN de 45%). A participação conjunta em feiras internacionais (incentivo QREN, 75%) é outra iniciativa prevista no programa. “Quando falamos em iniciar o processo de exportação referimo-nos a empresas não exportadoras, ou aquelas cujas exportações representem muito pouco no seu volume de negócios, mas também a empresas que estejam focalizadas apenas num mercado de destino e queiram diversificar mercados”, explicou Filipe Martins aos empresários que assistiram à sua intervenção.No âmbito do programa, “vão ser realizados ‘workshops’ muito temáticos, onde será divulgada informação sobre os mercados, através de especialistas e agentes que neles estejam envolvidos para nos falarem sobre os riscos, oportunidades e virtualidades, bem como teremos possibilidade de conhecer experiências de empresas portuguesas nesses mercados”, precisou aquele responsável.

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