Educação | 17-11-2016 11:36

Politécnico de Tomar tem que se adaptar às novas mudanças

Politécnico de Tomar tem que se adaptar às novas mudanças
ANIVERSÁRIO

IPT assinalou 30º aniversário com cerimónia de abertura solene do ano lectivo 2016/2017.

“Temos que aglutinar forças para responder aos desafios que temos pela frente. Não há soluções mágicas para a reforma do ensino politécnico e universitário. A transição é inevitável e não sabemos como serão os próximos 30 anos. O Instituto Politécnico de Tomar pode até vir a ter outro nome de um território que valha a pena. Não sabemos mas a instituição saberá adaptar-se às mudanças. Temos que ter a atitude que só se muda para melhor”. A opinião é de Augusto Mateus, presidente do conselho geral do Instituto Politécnico de Tomar (IPT), durante a cerimónia de abertura solene do ano lectivo 2016/2017 que decorreu esta quarta-feira, 16 de Novembro, no auditório Doutor José Bayolo Pacheco de Amorim, no Campus do IPT. A cerimónia assinalou também os 30 anos do IPT.

Augusto Mateus considera que a internacionalização do IPT é inevitável e terá um peso muito maior nos próximos 30 anos. Presente na cerimónia esteve Luís Galacho, antigo aluno do IPT, e que participou na cerimónia em representação do ministro do Ensino Técnico e Profissional, da Formação Qualificante e do Emprego da República do Congo, Antoine Thomas Nicéphore, que não pôde estar presente. Luís Galacho informou que, âmbito do projecto de internacionalização do IPT, cerca de meia centena de alunos do Congo vão chegar nos próximos dias a Tomar para frequentarem a instituição e tirarem o seu curso. “Se correr tudo bem para o próximo ano podem ser cem alunos. O Congo quer que os seus jovens aprendem o máximo em Portugal para poderem aplicar os seus conhecimentos no seu país apostando no seu desenvolvimento”, referiu Galacho.

O presidente do IPT, Eugénio Pina de Almeida, recordou o início da instituição, em 1986, e que o sucesso do IPT se deveu ao facto de ter conseguido apostar numa nova oferta formativa. “Os próximos tempos vão ser mudança. A própria mudança está a mudar e temos que discutir de forma rápida essa mudança senão corremos o risco de não nos adaptarmos a essa mudança”, destacou.

* Notícia completa na edição semanal de 24 de Novembro.

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