Empresa da Semana | 10-07-2008 12:13

José Ricardo Rodrigues e Filho em Torres Novas

Com mais de quatro décadas de experiência na área da pintura, José Rodrigues trabalha por conta própria há trinta e dois anos. Devido ao facto do seu trabalho ser bastante solicitado, fundou com o seu filho a empresa José Ricardo Rodrigues e Filho Lda há cinco anos. Com 60 anos idade assume-se como um apaixonado pela pintura. “Adoro pintar, adoro o que faço! Só tenho pena que o meu filho não seja tão apaixonado quanto eu”. A empresa, sedeada em Torres Novas, conta com um grupo de trabalho constituído por cinco pessoas, disponíveis sete dias por semana. No que diz respeito à área onde efectua os seus trabalhos, José Rodrigues fá-los por todo o distrito, e até fora dele caso seja solicitado. Com serviço especializado na área da pintura de interiores, exteriores, pintura em todos os tipos de materiais, ou envernizamentos, garante que os seus produtos são de extrema qualidade, trabalhando sempre com marcas de prestígio. Salienta que pintar tem técnica, e que nem toda a gente consegue pintar de forma uniforme.“Pintar não é só pegar num pincel. O pintor tem que ter técnica para conseguir uma pintura uniforme. Nos trabalhos que realizo preocupo-me em deixar, sempre, a pintura uniforme, de forma a oferecer, aos meus clientes, o melhor serviço”.Após a prestação de serviços, a empresa oferece oito anos de garantia. O pintor garante que nunca recebeu qualquer reclamação de um cliente. “Dou sempre a garantia de oito anos. Se a parede descascar, vou lá e dou um retoque. Mas, até hoje, nenhum cliente usou a garantia”, afirma orgulhoso. Segundo o pintor a qualidade dos seus serviços deve-se ao perfeccionismo com que encara o seu trabalho, e aos produtos de extrema qualidade que utiliza. José afirma que tem trabalho, tendo contrato com empresas de construção civil, contudo, apenas “30% das construções são de raiz. Hoje em dia apostam mais na reconstrução”. Em época de crise, o pintor salienta que as pessoas têm cada vez menos dinheiro para pintar as suas casas. “As pessoas querem pintar as casas, mas têm pouco dinheiro para isso. Às vezes pedem-me só para pintar a parte de fora da casa, pintando elas a casa por dentro, ou então deixando para o ano seguinte.”No que diz respeito à concorrência, José afirma que esta não é forte, mas sim desleal. “Existem muitos clandestinos na actividade, e depois isso reflecte-se nos preços. Podem ser mais baratos, mas não oferecem segurança, nem a qualidade que nós oferecemos”.

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