Política | 23-05-2009 08:39

António Carmo recusa avaliar gestão de Moita Flores na apresentação da candidatura em Santarém

António Carmo, candidato socialista à Câmara de Santarém, recusou sexta-feira avaliar o mandato do actual presidente, Francisco Moita Flores, afirmando, no entanto, ser uma alternativa para o Concelho por ser um “presidente a tempo inteiro”.“Tenho de me preocupar em apresentar ideias e não tenho de fazer avaliações do actual executivo camarário. Cabe-me dizer que sou a alternativa para fazer mais e melhor. Vou ser um presidente a tempo inteiro”, afirmou António Carmo, à margem da cerimónia de apresentação da sua candidatura à presidência do Município de Santarém que teve lugar esta noite, no Instituto Português da Juventude local.António Carmo não definiu ainda a lista de vereadores do executivo nem os membros da Assembleia Municipal, considerando que “ainda é cedo” para fazer escolhas: “Estou ainda a ouvir várias pessoas e ninguém está excluído”, adiantou o candidato socialista, admitindo a participação não só de militantes mas também de independentes nas suas listas.Ainda sem ter o programa eleitoral definido, António Carmo prometeu a criação de um parque escolar, a conclusão do saneamento básico, a qualificação do centro histórico e da margem ribeirinha, a promoção do turismo e o saneamento financeiro do Município.Na cerimónia de apresentação formal da candidatura de António Carmo à Câmara de Santarém, estiveram presentes Vieira da Silva, ministro do Trabalho e Segurança Social, Jorge Lacão, secretário de Estado da Presidência do Concelho de Ministros, entre outros dirigentes do partido socialista.O ministro Vieira da Silva admitiu que António Carmo vai enfrentar uma “batalha difícil” mas acredita na vitória do candidato socialista à autarquia de Santarém.“Confio que quando o último voto for contado seja a favor do Partido Socialista e que eleja António Carmo como presidente da Câmara Municipal de Santarém”, afirmou o ministro Vieira da Silva.António Carmo, director-adjunto do Centro Distrital de Segurança Social de Lisboa desde 2005, é o terceiro candidato a avançar, depois de o PSD ter renovado o nome de Moita Flores para a presidência da câmara e de a CDU ter avançado o nome de José Marcelino.O actual executivo camarário é composto por quatro autarcas do Partido Social Democrata, quatro do Partido Socialista e um independente.

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