Saúde | 08-04-2006 09:48

Base de dados para ajudar médicos

A Sub-Região de Saúde de Santarém quer ter informatizados todos os centros de saúde do distrito até final do ano. O objectivo foi traçado pelo coordenador daquela entidade, Fernando Afoito.As primeiras unidades contempladas foram as de maior dimensão - Ourém, Tomar, Torres Novas, Abrantes, Santarém, Benavente e Coruche. O que corresponde a 178 médicos e a uma população de 280 mil utentes abrangidos. Seguem-se, numa segunda fase, as de Almeirim, Cartaxo, Entroncamento, Salvaterra de Magos ou Rio Maior. Ficando os centros de saúde de menor dimensão para a última etapa.Esta medida, que Fernando Afoito apelidou de “revolução silenciosa”, vai permitir construir uma base de dados concelhia que proporcione um acesso imediato através de computador ao processo clínico de cada utente. Ou seja, um utente registado numa extensão ou centro de saúde tem a sua ficha à distância de um clique em qualquer das unidades de saúde do concelho onde está registado. O SAM (Sistema de Apoio ao Médico) - que está a ser implementado de forma “calma e pacífica” segundo Fernando Afoito – permite que qualquer médico tenha acesso imediato à ficha clínica do paciente e fique a saber do seu historial clínico e da terapia que já lhe foi receitada.Além disso possibilita a prescrição de receitas por via informática. “O que reduz a zero o risco de erro na farmácia”, afirmou Fernando Afoito aludindo aos equívocos que por vezes existem na interpretação da letra dos médicos.A partir de agora a emissão dos certificados de incapacidade temporária (vulgo baixa) passa também a ser feita electronicamente, o que vai permitir acelerar o processo de pagamento aos doentes por parte da Segurança Social. E possibilitar o cruzamento dos dados da Segurança Social e da Sub-Região de Saúde para rectificar possíveis erros.

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